Desta vez vou contar sobre um momento que mais dia menos dia chegaria.
O dia em que a Amélia, uma amiga da minha sogra, descobriu, que nós estávamos transando às escondidas e acho que ela só chegou a esta descoberta com uma armação entre a minha sogra e ela.
Estava em casa sozinho num sábado, pois a minha esposa havia ido para um curso de pós-graduação que ela fazia, eu aproveitava para ajudar e dar um jeito na casa, o meu filho dormia dentro do berço no quarto e eu ali concentrado nos meus afazeres. Foi quando chegou a minha sogra só de biquíni à minha casa e me pediu para encher a piscina, pois iria aproveitar o sol.
Estava em casa sozinho num sábado, pois a minha esposa havia ido para um curso de pós-graduação que ela fazia, eu aproveitava para ajudar e dar um jeito na casa, o meu filho dormia dentro do berço no quarto e eu ali concentrado nos meus afazeres. Foi quando chegou a minha sogra só de biquíni à minha casa e me pediu para encher a piscina, pois iria aproveitar o sol.
Montei a piscina no quintal, coloquei a mangueira d’agua e voltei para dentro de casa.
A minha sogra estava com a minha criança no quarto e quando voltou para a sala disse que ele havia adormecido no berço.
Falou e já veio me abraçando e beijando; foi um dos hábitos que acabamos adquirindo após o inicio do nosso relacionamento às escondidas.
Muitas vezes comia a minha esposa de madrugada e de manhã cedo, antes de ir para o trabalho passava pela casa da minha sogra, para a satisfazer pela manhã, quando não ia de manhã era quando voltava à noite.
Tive momentos em que eu achava que até a minha esposa já sabia de tudo, mas não dizia nada, afinal de contas era a mãe dela. Ou seja, foi um segredo que foi para o tumulo com a minha esposa e eu nunca fiquei sabendo.
Muitas vezes comia a minha esposa de madrugada e de manhã cedo, antes de ir para o trabalho passava pela casa da minha sogra, para a satisfazer pela manhã, quando não ia de manhã era quando voltava à noite.
Tive momentos em que eu achava que até a minha esposa já sabia de tudo, mas não dizia nada, afinal de contas era a mãe dela. Ou seja, foi um segredo que foi para o tumulo com a minha esposa e eu nunca fiquei sabendo.
A minha sogra ali, de biquíni na minha frente, com as suas pernas grossas, os seus seios durinhos e maravilhosos, aquela bundinha redondinha e que bucetinha suculenta, meu Deus…
A minha sogra tinha na época os seus 48 anos e eu 44, ela colocava muita menininha no chinelo.
Ela ali na minha frente não deu para segurar, coloquei a minha mão na sua nuca e dei-lhe um beijo gostoso, apaixonado e ela para retribuir passava a mão na minha piroca, por cima no meu short e a mesma já completamente dura e estufando o meu short.
Ela ali na minha frente não deu para segurar, coloquei a minha mão na sua nuca e dei-lhe um beijo gostoso, apaixonado e ela para retribuir passava a mão na minha piroca, por cima no meu short e a mesma já completamente dura e estufando o meu short.
Não demorou muito e a minha sogra ajoelhou-se, colocou a minha piroca para fora e começou a chupá-la gulosamente; eu quis ir fechar a porta da sala, mas a minha sogra disse que não tinha problema, pois ninguém podia ver nada do que estava acontecendo dentro de casa.
Foi então que relaxei, deitei no sofá e a minha sogra subiu sobre mim e enterrou a minha piroca todinha na sua bucetinha. Era impressionante, como a sua bucetinha já se havia adaptado à minha piroca.
O cuzinho ainda ficava um pouco avariado, após eu meter a minha piroca grande nele, mas a bucetinha já se tinha acomodado.
Foi então que relaxei, deitei no sofá e a minha sogra subiu sobre mim e enterrou a minha piroca todinha na sua bucetinha. Era impressionante, como a sua bucetinha já se havia adaptado à minha piroca.
O cuzinho ainda ficava um pouco avariado, após eu meter a minha piroca grande nele, mas a bucetinha já se tinha acomodado.
Estamos ali na minha sala entregues, a minha sogra só com a parte de cima do biquíni, me cavalgando a piroca no sofá e eu ali gozando feito um louco.
Quando então, de surpresa entra na minha casa a Amélia, uma amiga da minha sogra e já começa dizendo alto:
– O que é isto? Que pouca vergonha é esta? O que estão fazendo com a sua esposa? Isso é errado!
A minha sogra sai de cima de mim e quando tirou a minha piroca de dentro, escorreu um monte de porra que eu já tinha gozado dentro dela. Ela foi logo falar com a Amélia, de que o que ela viu era um segredo meu e dela, e que ela não devia ligar ou falar sobre o que viu.
– O que é isto? Que pouca vergonha é esta? O que estão fazendo com a sua esposa? Isso é errado!
A minha sogra sai de cima de mim e quando tirou a minha piroca de dentro, escorreu um monte de porra que eu já tinha gozado dentro dela. Ela foi logo falar com a Amélia, de que o que ela viu era um segredo meu e dela, e que ela não devia ligar ou falar sobre o que viu.
E a minha sogra disse, lembras do homem da piroca deliciosa e grande que falei contigo?
Ela era do meu genro, disse isto segurando a minha piroca, dando um beijo e colocando a cabeça dela na boca, em frente da Amélia.
Amélia disse: mas vocês são loucos, como podem fazer isso sem que ela desconfie de nenhum dos dois? Foi quando eu lhe disse: se ela estiver bem comida, nunca vai sentir diferença em casa e afinal das contas, eu estou transando é com a mãe dela, não é com qualquer uma.
Amélia disse: mas vocês são loucos, como podem fazer isso sem que ela desconfie de nenhum dos dois? Foi quando eu lhe disse: se ela estiver bem comida, nunca vai sentir diferença em casa e afinal das contas, eu estou transando é com a mãe dela, não é com qualquer uma.
A Amélia estava ainda sem entender o que se passava, foi quando a minha sogra me fez um sinal e eu fui e abracei a Amélia, que no início estava relutante em ficar abraçada a mim, mas a minha sogra disse, deixa de ser boba, você mesma disse que queria conhecer e sentir este caralho dentro da sua boceta, sentir ele derramando muita porra quente.
Pois bem, ele está aí agora do seu lado.
Amélia olhava para mim e para a minha piroca sem saber o que fazer. A minha sogra tomou a iniciativa, colocou a mão dela na minha piroca e soltou a bermuda dela, deixando-a só de calcinha.
Amélia começou a dizer, como é que isso cabe dentro de uma boceta? Foi isso que fez o estrago no cuzinho da Val? Ela me mostrou um dia.
Nossa, a Valéria é uma menina de sorte, por ter casado com um macho como você. Ia dizendo isso e fazendo uma punhetinha, o que fez a minha piroca, meio flácida, ficar uma tora endurecida novamente.
Amélia começou a dizer, como é que isso cabe dentro de uma boceta? Foi isso que fez o estrago no cuzinho da Val? Ela me mostrou um dia.
Nossa, a Valéria é uma menina de sorte, por ter casado com um macho como você. Ia dizendo isso e fazendo uma punhetinha, o que fez a minha piroca, meio flácida, ficar uma tora endurecida novamente.
A Amélia estava atordoada com a minha piroca na mão e senti que começou a salivar olhando para ela.
Eu disse-lhe: vá lá deixa de ser boba, tira essa roupa e deixa-me chupar essa bucetona que você tem aí no meio das pernas.
A tua calcinha já está toda molhadinha, até parece que mijou nela. Amélia tirou a roupa meio sem jeito e pude ver que a minha sogra estava anos-luz na frente dela, mas era uma mulher que eu comeria com vontade.
A tua calcinha já está toda molhadinha, até parece que mijou nela. Amélia tirou a roupa meio sem jeito e pude ver que a minha sogra estava anos-luz na frente dela, mas era uma mulher que eu comeria com vontade.
Amélia recostou-se no meu sofá e abriu as pernas para que eu pudesse ver aquela bucetona que ela tinha.
Era uma daquelas bocetas beiçudas, onde na parte superior se formava tipo uma flor e a entrada da boceta era bem definida.
O seu cuzinho que se via estar maltratado, mas que também seria arrombado por mim. Comecei a chupar aquela boceta, colocando a minha língua bem no fundo dela e de vez em quando, chupando o seu cuzinho, Amélia se remexia feito uma louca, dizia ser uma puta por estar sendo comida por outro homem.
Já ficando doido para gozar levantei-me e mandei que ela chupasse a minha piroca e disse que eu ia gozar na boca dela. A minha sogra afastou-se dizendo que ia olhar o meu filho no berço, então colocou a minha piroca bem na boca da Amélia e disse: CHUPA VADIA!
O seu cuzinho que se via estar maltratado, mas que também seria arrombado por mim. Comecei a chupar aquela boceta, colocando a minha língua bem no fundo dela e de vez em quando, chupando o seu cuzinho, Amélia se remexia feito uma louca, dizia ser uma puta por estar sendo comida por outro homem.
Já ficando doido para gozar levantei-me e mandei que ela chupasse a minha piroca e disse que eu ia gozar na boca dela. A minha sogra afastou-se dizendo que ia olhar o meu filho no berço, então colocou a minha piroca bem na boca da Amélia e disse: CHUPA VADIA!
Ela começou meio descoordenada, num momento colocando tudo dentro da boca, até me machucando com os seus dentes, num outro momento lambendo como se fosse um sorvete.
A minha sogra voltou e vendo aquilo disse: não, não é assim! Olha, vê só como se chupa uma piroca dum macho. E começou a chupar de uma forma que eu comecei a sentir tesão por aquele momento.
Chamou a Amélia e as duas juntas começaram a chupar e, os amigos que agora estão lendo este conto, sabem como é gostoso ser chupado por duas mulheres… As suas línguas buscavam cada uma o seu espaço, ora se tocavam, ora se beijavam.
Uma tirava a piroca de dentro da boca da outra, mas no momento que eu avisei que ia gozar, a minha sogro logo tirou a minha piroca da boca e praticamente a enterrou na boca da Amélia, que sem saber o que fazer ficou de boca aberta esperando os jactos de esperma; engasgou-se logo, os jactos de porra foram parar na cara dela, nos olhos e cabelos.
A minha sogra voltou e vendo aquilo disse: não, não é assim! Olha, vê só como se chupa uma piroca dum macho. E começou a chupar de uma forma que eu comecei a sentir tesão por aquele momento.
Chamou a Amélia e as duas juntas começaram a chupar e, os amigos que agora estão lendo este conto, sabem como é gostoso ser chupado por duas mulheres… As suas línguas buscavam cada uma o seu espaço, ora se tocavam, ora se beijavam.
Uma tirava a piroca de dentro da boca da outra, mas no momento que eu avisei que ia gozar, a minha sogro logo tirou a minha piroca da boca e praticamente a enterrou na boca da Amélia, que sem saber o que fazer ficou de boca aberta esperando os jactos de esperma; engasgou-se logo, os jactos de porra foram parar na cara dela, nos olhos e cabelos.
Ela fez cara de gosto ruim e a minha sogra perguntou, você nunca chupou a piroca do Juan (ex-marido da Amélia)? Ela disse que uma vez, mas não era uma piroca enorme como a minha e que ele sempre gozava nos seus peitos.
O gosto é estranho salgado, parece com água sanitária.
A minha sogra, disse, você vai se acostumar logo, logo o meu genro vai-te ensinar o que é foder. Disse isto com um sorriso nos lábios e piscou o olho para mim. Coloquei Amélia na posição de frango assado, olhei para a sua boceta empapuçada do gozo dela, ponteei a minha piroca e empurrei com força…
A minha sogra, disse, você vai se acostumar logo, logo o meu genro vai-te ensinar o que é foder. Disse isto com um sorriso nos lábios e piscou o olho para mim. Coloquei Amélia na posição de frango assado, olhei para a sua boceta empapuçada do gozo dela, ponteei a minha piroca e empurrei com força…
Aquela boceta que tinha os beiços voltados para fora, logo os colocou para dentro.
Pensei que fosse mais larga um pouco como a sua boca, mas me enganei e acabei fazendo Amélia gritar de dor e começar a chorar pedindo que eu tirasse a minha piroca de dentro dela.
A minha sogra foi na cozinha e voltou com o pote da margarina, tirou o meu pau para fora e o encheu de margarina e colocou dois dedos dentro daquela boceta. Amélia com medo que fosse doer de novo tentava fugir, mas a minha sogra a segurou com força e mandou que eu empurrasse de novo naquela bucetona.
Com a margarina tudo foi mais fácil, a minha piroca praticamente deslizou para dentro daquela boceta e comecei dando estocadas fortes e viris, sentia que eu chegava ao fundo daquele útero, pois batia no fundo, ela urrava de dor quando isso acontecia.
A minha sogra para amenizar a dor de Amélia, chupava os seus peitos, dava-lhe beijos e mais beijos de língua e então senti que Amélia dava sinais de estar gostando e gozando com aquela situação. Avisei-a, vou gozar de novo, só que desta vez vou gozar na tua boceta.
A minha sogra foi na cozinha e voltou com o pote da margarina, tirou o meu pau para fora e o encheu de margarina e colocou dois dedos dentro daquela boceta. Amélia com medo que fosse doer de novo tentava fugir, mas a minha sogra a segurou com força e mandou que eu empurrasse de novo naquela bucetona.
Com a margarina tudo foi mais fácil, a minha piroca praticamente deslizou para dentro daquela boceta e comecei dando estocadas fortes e viris, sentia que eu chegava ao fundo daquele útero, pois batia no fundo, ela urrava de dor quando isso acontecia.
A minha sogra para amenizar a dor de Amélia, chupava os seus peitos, dava-lhe beijos e mais beijos de língua e então senti que Amélia dava sinais de estar gostando e gozando com aquela situação. Avisei-a, vou gozar de novo, só que desta vez vou gozar na tua boceta.
Ela delirava e dizia, goza, meu macho, goza nesta boceta que você arrombou, fode e goza dentro desta sua puta, meu cavalo, meu macho!
Não resisti e gozei muito, mas muito mesmo.
Fiquei algum tempo me recobrando, até que retirei a minha piroca de dentro dela. Minha gente, como saiu porra e sangue! A minha sogra caiu de boca chupando tudo, até o que caiu no chão da sala.
Deitei ao lado da Amélia e ficamos nos beijando os três. Num dado momento fiquei observando a minha sogra e ela, uma chupando a boceta da outra. Amélia agradecendo à minha sogra por ter deixado que eu a comesse, ela há muito tempo que não tinha uma foda tão boa como aquela; foi quando a minha sogra disse, agora você vai conhecer a melhor parte, o seu cuzinho sendo aberto, alargado e rasgado por essa piroca gostosa.
Fiquei algum tempo me recobrando, até que retirei a minha piroca de dentro dela. Minha gente, como saiu porra e sangue! A minha sogra caiu de boca chupando tudo, até o que caiu no chão da sala.
Deitei ao lado da Amélia e ficamos nos beijando os três. Num dado momento fiquei observando a minha sogra e ela, uma chupando a boceta da outra. Amélia agradecendo à minha sogra por ter deixado que eu a comesse, ela há muito tempo que não tinha uma foda tão boa como aquela; foi quando a minha sogra disse, agora você vai conhecer a melhor parte, o seu cuzinho sendo aberto, alargado e rasgado por essa piroca gostosa.
Amélia disse que tinha medo, numa experiência de algumas semanas antes, um camarada praticamente lhe rasgou as pregas do cu e ainda estava se recuperando.
A minha sogra logo se levantou, virou-a de costas e disse: não senhora, sem frescuras Amélia, você vai dar o cuzinho para o meu genro e ponto final.
E começou a botar manteiga no buraquinho da Amélia e na minha piroca. Para atiçá-la disse: olha só como o meu genro come o meu cuzinho e olha que o meu buraquinho é pequeno como o teu. O segredo está na lubrificação e em rebolar para ele entrar gostoso.
E comecei a colocar a minha piroca no cuzinho da minha sogra, que começou a chorar um pouco, mas logo veio o gozo intenso e derramei a minha porra dentro do seu cuzinho.
Quando tirei e começou a escorrer porra de dentro do seu cuzinho, a minha sogra chamou Amélia e disse, me lambe! Amélia fez uma cara de nojinho, mas a minha sogra a pegou pelos cabelos e praticamente afundou a boca dela na porra que escorria do seu cuzinho.
E começou a botar manteiga no buraquinho da Amélia e na minha piroca. Para atiçá-la disse: olha só como o meu genro come o meu cuzinho e olha que o meu buraquinho é pequeno como o teu. O segredo está na lubrificação e em rebolar para ele entrar gostoso.
E comecei a colocar a minha piroca no cuzinho da minha sogra, que começou a chorar um pouco, mas logo veio o gozo intenso e derramei a minha porra dentro do seu cuzinho.
Quando tirei e começou a escorrer porra de dentro do seu cuzinho, a minha sogra chamou Amélia e disse, me lambe! Amélia fez uma cara de nojinho, mas a minha sogra a pegou pelos cabelos e praticamente afundou a boca dela na porra que escorria do seu cuzinho.
Saí de cima da minha sogra e passei mais um pouco de manteiga na minha piroca, enorme, dura, pulsante e coloquei Amélia de quatro.
Ela choramingava e pedia, se doer pelo amor de Deus pára, não enfia.
Eu disse, está bem, eu farei isso… (farei porra nenhuma).
A minha sogra cismou e entrou por baixo dela e começou a chupar a sua boceta, que ainda vertia corrimentos da minha porra de dentro da Amélia. Ponteei a minha piroca para a entrada daquele cuzinho, achei engraçado que ele de tanto prazer de ser penetrado, piscava.
Comecei a empurrar e realmente aquele cu era pequeno e apertado. A minha piroca encontrava dificuldades em fazer a chapeleta da rola entrar naquele cu. Amélia começa a dar sinais de dor, pois gritava baixinho, tá doendo, tá doendo, tá doendo.
A minha sogra cismou e entrou por baixo dela e começou a chupar a sua boceta, que ainda vertia corrimentos da minha porra de dentro da Amélia. Ponteei a minha piroca para a entrada daquele cuzinho, achei engraçado que ele de tanto prazer de ser penetrado, piscava.
Comecei a empurrar e realmente aquele cu era pequeno e apertado. A minha piroca encontrava dificuldades em fazer a chapeleta da rola entrar naquele cu. Amélia começa a dar sinais de dor, pois gritava baixinho, tá doendo, tá doendo, tá doendo.
Mas para terminar logo com aquilo, a segurei com força pela cintura, a minha sogra que estava por baixo dela, chupando a sua boceta, percebendo o que eu iria fazer, segurou as suas pernas, e então não pensei duas vezes, fiz a empurrada final, com força total.
A Amélia arregalou os olhos e sentiu a minha piroca entrando e rasgando tudo. Gritava alto, os meu vizinhos com certeza perceberam alguma coisa, a minha sogra teve de sair debaixo dela e tapar a sua boca com um pano;
Amélia com os olhos esbugalhados, chorava copiosamente e eu iniciando devagar o movimento de entra e sai daquele cu, fui aumentando aos poucos a rapidez, a minha sogra tirou o pano da sua boca, pois os olhos de Amélia já não estavam mais esbugalhados, pelo contrário, reviravam-se de prazer.
Aquela filha da puta estava começando a aprender a gozar pelo cu. E num dado momento pediu, soca com força essa piroca dentro do meu cu, filho da puta, faz-me gozar, arromba o buraquinho do meu cu com esse caralho!
A Amélia arregalou os olhos e sentiu a minha piroca entrando e rasgando tudo. Gritava alto, os meu vizinhos com certeza perceberam alguma coisa, a minha sogra teve de sair debaixo dela e tapar a sua boca com um pano;
Amélia com os olhos esbugalhados, chorava copiosamente e eu iniciando devagar o movimento de entra e sai daquele cu, fui aumentando aos poucos a rapidez, a minha sogra tirou o pano da sua boca, pois os olhos de Amélia já não estavam mais esbugalhados, pelo contrário, reviravam-se de prazer.
Aquela filha da puta estava começando a aprender a gozar pelo cu. E num dado momento pediu, soca com força essa piroca dentro do meu cu, filho da puta, faz-me gozar, arromba o buraquinho do meu cu com esse caralho!
5 minutos depois, eu estava gozando naquela bunda.
Derramando muito leite, muita porra e a minha sogra chupando a boceta da Amélia, mandou que eu tirasse o meu caralho com cuidado, pois assim que ele saísse ia colocar a boca na bunda dela para beber toda a porra que eu derramei lá.
Fiz isso, e ela logo começou a beber a minha porra directamente da bunda da Amélia e com a boca cheia de porra, beijou Amélia e deu o meu esperma para ela beber também.
Estava cansado pra caralho! As duas ficaram beijando-se e lambendo-se e após todo mundo recuperado, lembrei da piscina que deixei enchendo. Já tinha transbordado e inundado o meu quintal.
Fiz isso, e ela logo começou a beber a minha porra directamente da bunda da Amélia e com a boca cheia de porra, beijou Amélia e deu o meu esperma para ela beber também.
Estava cansado pra caralho! As duas ficaram beijando-se e lambendo-se e após todo mundo recuperado, lembrei da piscina que deixei enchendo. Já tinha transbordado e inundado o meu quintal.
A minha sogra subiu para pegar um biquíni para a Amélia, que resolveu ficar para pegar um sol.
Quando voltou estava comendo de novo a bunda da Amélia (que cuzinho guloso) e ainda brincou, dona Amélia, esta piroca é minha e da minha filha, não vai gastar ela também, não!
Juntas nós vamos foder esta piroca mais algumas vezes, mas sozinha, só se eu deixar o meu genro, está certo? E o que aconteceu aqui é um segredo nosso.
A Amélia concordou, mas não cumpriu a promessa, pois acabei comendo aquele cu e aquela boceta mais vezes, uma vez até no dia em que o marido dela tinha morrido, mas isso vai ser contado noutro momento.
Juntas nós vamos foder esta piroca mais algumas vezes, mas sozinha, só se eu deixar o meu genro, está certo? E o que aconteceu aqui é um segredo nosso.
A Amélia concordou, mas não cumpriu a promessa, pois acabei comendo aquele cu e aquela boceta mais vezes, uma vez até no dia em que o marido dela tinha morrido, mas isso vai ser contado noutro momento.